29/04/2010

1ª Vaga invasora Socialpragragma Book


A primeira vaga de sobre-capas já foi lançada em Sta Catarina, 16 capas alteradas por toda a secção de livros;
Sem mais demoras, apresenta-se: Typos para Tipos fraquinhos; Bonecada Miúda; Lê-me Bem a Capa.

As fotos estão disponíveis na página ofícial no flickr!

Bloco de dicussão em Socialpragma Book

25/04/2010

1ª Vaga WIP

Segue-se um pequeno preview das primeiras intervenções



http://www.flickr.com/photos/socialpragma/sets/

Social Designer, Goods for Greater Good

"Change doesn’t happen by chance, it happens by design.
Buy stuff, design stuff, vote on stuff, and be an agent of change"




Social Designer develops high-visibility design competitions to help clients produce fresh products and ideas while supporting meaningful causes in the process.

Each client supports a social cause in one or more of the following ways: by directly addressing a specific cause with the competition theme; by making a donation to the cause that the client company supports; and/or by donating to one of the charities selected by Social Designer every year in nine different areas – Animal Welfare, Arts & Culture, Education, Emergency Relief, Environment, Health & Well-being, Human Rights, Peace, and Poverty.


- www.socialdesigner.com

Socialpragma para a definição de um movimento



O propósito do socialpragma pretende requalificar a percepção do espaço pelo
público trabalhando a reacção do mesmo e justificando o elemento surpresa não
apenas como um acontecimento mas como uma opinião em relação aos
conteúdos com os quais, numa sociedade à velocidade tecnológica, se cria
frequentemente apenas uma relação leviana.

Metodologicamente o processo difunde-se através de acções virais de publicação
utilizando capas falsas e sobrecapas de livros para subverter a mensagem individual do suporte ao qual se agrega,
utilizando as noções de singularidade e recorrência ao invés das de estandardização e multi-suporte encontradas regularmente nos meios de
publicação massivos.

As intervenções decorrem na loja Fnac de Santa Catarina, Porto.

Blogue Oficial: www.Socialpragma2.blogspot.com
Flickr: www.flickr.com/photos/socialpragma/
Twitter: http://twitter.com/Socialpragma/

14/02/2010

Social logic // Network culture

“In relational design, the role of the designer is closer to that of an editor or a programmer, not an author but an enabler, while the consumer is recast as a more creative agent (in the guise of the designer, DIY-er, hacker, or “prosumer”). It prefers pragmatism over post-structuralism, or Dewey over Derrida, and the prosaic and banal over exotic vernaculars. It is governed by social logic and the network culture of the many to the authorial culture of one. It embraces generative systems over formal iterations and contingent solutions to variable interpretations.”

-Andrew Blauvelt

12/02/2010

Sign Deface

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A intervenção da street art enquanto elemento subserversivo e viral pode-se tornar uma referência gráfica enquanto instante de re-avaliação do espaço e do canal receptor-espaço.
A linguagem simples e icónica é canalizada pelo itermédio de uma postura crítica, re-equancionando o relativismo da cidade enquanto não lugar a lugar.
Design social, assim como o Design relacional, implica uma avaliação das premissas urbanas/sociais e actua ímplicitamente sobre os públicos das mesmas, numa intenção projectual, este processo requer bipolarmente uma postura crítica e uma abordagem construtiva sobre os valores e sobre as repercussões práticas da acção, no entanto, o seu resultado pode frequentemente tornar-se eclético, não necessáriamente por ser um conceito erudito, cujos resultado funcionais possam ser happenings com mais significação no evento, mas pelo recorrente período efémero e de impacto local.
Pela influência das referências urbanas no processo de projecto, a street art evoca o referencial social pelo seu automático carácter interventivo e de expressão na cidade, elevando-a a objecto de crítica e palco de exposição.

O carácter invasivo e últimamente crítico, de cada intervenção sobre a instituição-urbe, legitima os objectos desta corrente enquanto elementos subjacentes às premissas projectuais das vertentes social e relacional do Design, determinantes para a sua expressão e produção no séc. XXI

http://www.urlesque.com/2009/12/28/hacked-stop-signs-photos/

10/02/2010

Tweet a Sound

Design social não necessita de ter um ênfase estritamente humanitário, na medida em que existem pequenas acções que podem requalificar, ou, no mínimo, suscitar um duplo flick das pestanas pelo uso inovador de algumas ferramentas sociais.

O fenómeno twitter re-avaliou toda a estrutura de rede social online, simplificando não só a interface, mas toda a experiência de partilhar experiências em comunidade 2.0, reduzindo-a às duas necessidades elementares deste tipo de estrutura: interactividade e discurso; fazendo-o de uma forma tão depurada que por vezes se torna compreender o conceito dada a sua linearidade.

No entanto, num ambiente comunicativo tão depurado e processualmente de escrita, como seria possível a criação de um intermédio comunicativo que, utilizando basilarmente o twitter, não dependensse de si nem como plataforma na qual se compreendesse a mensagem, nem como interface reveladora da mesma?



Tweet a Sound is a desktop application that uses Twitter as a platform for sharing sonic tweets. Pushing the idea of “social sound design“, Tweet A Sound allows you to design a sound and share it in a community of like-minded folks. It is an opportunity for fun interaction with sound.

08/02/2010

Social Alibi

Como descrito pela história, observação e experiência, a palavra de ordem no projecto de Design é o processo.
O processo já não se trata de uma ampla justificação da legitimidade de um trabalho pela sua premissa de projecto, justificação clara de intenções, ou até mesmo a demonstração exaustiva de um objectivo de experimentação, não, o processo é a justificação para uma boa escolha do melhor processo de marketing dos ateliers em selecção.

O que outrora fora o discurso recorrente das empresas, de âmbito tecnológico, ambicioso, jovem, inovador, dinâmico, tornou-se o modus vivendi da busca pelo respeito, e pelo melhor cachet, somando-lhe a dimensão de atelier de Design, obtém-se a formula justificativa para tornar um projecto vendável às normas do novo mundo: tecnológico, ambicioso, jovem, inovador, dinâmico, e, social 2.0 - versão hipercomunitária.

www.socialfocus.com


A nova dinâmica social ultrapassa a própria dimensão social da projectação, tornando-a sinónimo de rede interactiva, ou, no mínimo, fenómeno online, justificando, pelo processo, que o Social Focus Marketing é o hit social.

Design social como a lógica de projectação do século 21.

Como? Defina-se social.

05/02/2010

Well educated audience wearing blinders

"98% of designers when asked, say they want only to design, not plan, write grants, fund raise, correspond, or do any of the nine-hundred other nitty little things necessary to help less fortunate people, and you’re left with a large, well educated audience wearing blinders."
-Turf Wars


Design para a sociedade num prisma activo e contributivo será sempre uma mais valia enquanto etapa para uma comunidade justa, mas de facto, qual será o Design que não é simplesmente contributivo mas construtivo?
Para além da ajuda caridosa dos designers no desenvolvimento de logos e acções de campanha na premissa de ajudar os desfavorecidos, o acto de projectar alcançará dimensões culturalmente massificadas e modificadoras se a premissa de projecto focar a comunidade, de forma catalizante, elevando-a a um novo standart de cidadania e consciência social.
Não pretendo afirmar que não se trata de Design social quando o projecto, por briefing, pretende ser uma entidade que represente a criação de uma marca que trabalhe para a ajuda de uma dada comunidade, mas em dada medida esse mesmo projecto pouco mais implica que umas horas herméticas de atelier, duas chávenas de café, e uns negabytes de música ambiente.

A repercurssão cultural de um projecto de Design influencia as massas que a observam, descreve a forma como elas percepcionam um novo elemento, moldam e constroem imagens, "rebrandam" a interpretação dos eventos e dos comportamentos; tendo já em conta um público bem educado, o design poder-se-ia tornar verdadeiramente social se não projectasse para audiências;

21/01/2010

SOCIALPRAGMA 101


“The subordinate place of history, theory, and criticism in design education is concomitant with the difficulty most designers have in envisioning forms of practice other than those already given by the culture.”
–Victor Margolin


A pragmática da análise já não se centra exclusivamente na abordagem prática a um projecto de design, a sociedade moldou-se à velocidade e é voraz na produção e consumo de um dado objecto; o design produz e trabalha paras as massas, mas em que medida a sua produção influecia o seu público?

É nesta premissa que o Socialpragma existe, na análise de soluções e plataformas criadas que ambivalentemente servem e activam as massas , Design Social enquanto design com a sociedade e Design Relacional enquanto a forma de a compreender, examinar e explorar centralizando o papel do designer na forma como produz objectos para uma vivência em comunidade.