“In relational design, the role of the designer is closer to that of an editor or a programmer, not an author but an enabler, while the consumer is recast as a more creative agent (in the guise of the designer, DIY-er, hacker, or “prosumer”). It prefers pragmatism over post-structuralism, or Dewey over Derrida, and the prosaic and banal over exotic vernaculars. It is governed by social logic and the network culture of the many to the authorial culture of one. It embraces generative systems over formal iterations and contingent solutions to variable interpretations.”
-Andrew Blauvelt
14/02/2010
Social logic // Network culture
12/02/2010
Sign Deface
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A intervenção da street art enquanto elemento subserversivo e viral pode-se tornar uma referência gráfica enquanto instante de re-avaliação do espaço e do canal receptor-espaço.
A linguagem simples e icónica é canalizada pelo itermédio de uma postura crítica, re-equancionando o relativismo da cidade enquanto não lugar a lugar.
Design social, assim como o Design relacional, implica uma avaliação das premissas urbanas/sociais e actua ímplicitamente sobre os públicos das mesmas, numa intenção projectual, este processo requer bipolarmente uma postura crítica e uma abordagem construtiva sobre os valores e sobre as repercussões práticas da acção, no entanto, o seu resultado pode frequentemente tornar-se eclético, não necessáriamente por ser um conceito erudito, cujos resultado funcionais possam ser happenings com mais significação no evento, mas pelo recorrente período efémero e de impacto local.
Pela influência das referências urbanas no processo de projecto, a street art evoca o referencial social pelo seu automático carácter interventivo e de expressão na cidade, elevando-a a objecto de crítica e palco de exposição.
O carácter invasivo e últimamente crítico, de cada intervenção sobre a instituição-urbe, legitima os objectos desta corrente enquanto elementos subjacentes às premissas projectuais das vertentes social e relacional do Design, determinantes para a sua expressão e produção no séc. XXI
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A intervenção da street art enquanto elemento subserversivo e viral pode-se tornar uma referência gráfica enquanto instante de re-avaliação do espaço e do canal receptor-espaço.
A linguagem simples e icónica é canalizada pelo itermédio de uma postura crítica, re-equancionando o relativismo da cidade enquanto não lugar a lugar.
Design social, assim como o Design relacional, implica uma avaliação das premissas urbanas/sociais e actua ímplicitamente sobre os públicos das mesmas, numa intenção projectual, este processo requer bipolarmente uma postura crítica e uma abordagem construtiva sobre os valores e sobre as repercussões práticas da acção, no entanto, o seu resultado pode frequentemente tornar-se eclético, não necessáriamente por ser um conceito erudito, cujos resultado funcionais possam ser happenings com mais significação no evento, mas pelo recorrente período efémero e de impacto local.
Pela influência das referências urbanas no processo de projecto, a street art evoca o referencial social pelo seu automático carácter interventivo e de expressão na cidade, elevando-a a objecto de crítica e palco de exposição.
O carácter invasivo e últimamente crítico, de cada intervenção sobre a instituição-urbe, legitima os objectos desta corrente enquanto elementos subjacentes às premissas projectuais das vertentes social e relacional do Design, determinantes para a sua expressão e produção no séc. XXI
http://www.urlesque.com/2009/12/28/hacked-stop-signs-photos/
10/02/2010
Tweet a Sound
Design social não necessita de ter um ênfase estritamente humanitário, na medida em que existem pequenas acções que podem requalificar, ou, no mínimo, suscitar um duplo flick das pestanas pelo uso inovador de algumas ferramentas sociais.
O fenómeno twitter re-avaliou toda a estrutura de rede social online, simplificando não só a interface, mas toda a experiência de partilhar experiências em comunidade 2.0, reduzindo-a às duas necessidades elementares deste tipo de estrutura: interactividade e discurso; fazendo-o de uma forma tão depurada que por vezes se torna compreender o conceito dada a sua linearidade.
No entanto, num ambiente comunicativo tão depurado e processualmente de escrita, como seria possível a criação de um intermédio comunicativo que, utilizando basilarmente o twitter, não dependensse de si nem como plataforma na qual se compreendesse a mensagem, nem como interface reveladora da mesma?
O fenómeno twitter re-avaliou toda a estrutura de rede social online, simplificando não só a interface, mas toda a experiência de partilhar experiências em comunidade 2.0, reduzindo-a às duas necessidades elementares deste tipo de estrutura: interactividade e discurso; fazendo-o de uma forma tão depurada que por vezes se torna compreender o conceito dada a sua linearidade.
No entanto, num ambiente comunicativo tão depurado e processualmente de escrita, como seria possível a criação de um intermédio comunicativo que, utilizando basilarmente o twitter, não dependensse de si nem como plataforma na qual se compreendesse a mensagem, nem como interface reveladora da mesma?
Tweet a Sound is a desktop application that uses Twitter as a platform for sharing sonic tweets. Pushing the idea of “social sound design“, Tweet A Sound allows you to design a sound and share it in a community of like-minded folks. It is an opportunity for fun interaction with sound.
08/02/2010
Social Alibi
Como descrito pela história, observação e experiência, a palavra de ordem no projecto de Design é o processo.
O processo já não se trata de uma ampla justificação da legitimidade de um trabalho pela sua premissa de projecto, justificação clara de intenções, ou até mesmo a demonstração exaustiva de um objectivo de experimentação, não, o processo é a justificação para uma boa escolha do melhor processo de marketing dos ateliers em selecção.
O que outrora fora o discurso recorrente das empresas, de âmbito tecnológico, ambicioso, jovem, inovador, dinâmico, tornou-se o modus vivendi da busca pelo respeito, e pelo melhor cachet, somando-lhe a dimensão de atelier de Design, obtém-se a formula justificativa para tornar um projecto vendável às normas do novo mundo: tecnológico, ambicioso, jovem, inovador, dinâmico, e, social 2.0 - versão hipercomunitária.
A nova dinâmica social ultrapassa a própria dimensão social da projectação, tornando-a sinónimo de rede interactiva, ou, no mínimo, fenómeno online, justificando, pelo processo, que o Social Focus Marketing é o hit social.
Design social como a lógica de projectação do século 21.
Como? Defina-se social.
O processo já não se trata de uma ampla justificação da legitimidade de um trabalho pela sua premissa de projecto, justificação clara de intenções, ou até mesmo a demonstração exaustiva de um objectivo de experimentação, não, o processo é a justificação para uma boa escolha do melhor processo de marketing dos ateliers em selecção.
O que outrora fora o discurso recorrente das empresas, de âmbito tecnológico, ambicioso, jovem, inovador, dinâmico, tornou-se o modus vivendi da busca pelo respeito, e pelo melhor cachet, somando-lhe a dimensão de atelier de Design, obtém-se a formula justificativa para tornar um projecto vendável às normas do novo mundo: tecnológico, ambicioso, jovem, inovador, dinâmico, e, social 2.0 - versão hipercomunitária.
www.socialfocus.com
A nova dinâmica social ultrapassa a própria dimensão social da projectação, tornando-a sinónimo de rede interactiva, ou, no mínimo, fenómeno online, justificando, pelo processo, que o Social Focus Marketing é o hit social.
Design social como a lógica de projectação do século 21.
Como? Defina-se social.
05/02/2010
Well educated audience wearing blinders
"98% of designers when asked, say they want only to design, not plan, write grants, fund raise, correspond, or do any of the nine-hundred other nitty little things necessary to help less fortunate people, and you’re left with a large, well educated audience wearing blinders."
-Turf Wars
Design para a sociedade num prisma activo e contributivo será sempre uma mais valia enquanto etapa para uma comunidade justa, mas de facto, qual será o Design que não é simplesmente contributivo mas construtivo?
Para além da ajuda caridosa dos designers no desenvolvimento de logos e acções de campanha na premissa de ajudar os desfavorecidos, o acto de projectar alcançará dimensões culturalmente massificadas e modificadoras se a premissa de projecto focar a comunidade, de forma catalizante, elevando-a a um novo standart de cidadania e consciência social.
Não pretendo afirmar que não se trata de Design social quando o projecto, por briefing, pretende ser uma entidade que represente a criação de uma marca que trabalhe para a ajuda de uma dada comunidade, mas em dada medida esse mesmo projecto pouco mais implica que umas horas herméticas de atelier, duas chávenas de café, e uns negabytes de música ambiente.
A repercurssão cultural de um projecto de Design influencia as massas que a observam, descreve a forma como elas percepcionam um novo elemento, moldam e constroem imagens, "rebrandam" a interpretação dos eventos e dos comportamentos; tendo já em conta um público bem educado, o design poder-se-ia tornar verdadeiramente social se não projectasse para audiências;
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